Ego§Strip

My Ego, Google, Webmastering and random thoughts

Twitter: Search Masters 2008 Latin America, I'll be there http://bit.ly/35gMDY 1 day ago

O síndroma SEO no mercado de língua Portuguesa

Se está a ler este artigo e não sabe ao que me refiro, SEO ou Search Engine Optimization, muito resumidamente consiste na prática/pesquisa/estudo de optimizar a presença na internet de algo ou alguém através de inúmeros factores, de modo a tornar a informação mais acessível por parte dos motores de busca, tendo em conta — ou assim deveria ser — o utilizador final, consumidor dessa informação.

Infelimente nesta área — e como em muitas outras — muita gente se faz passar por profissional apenas porque tem um computador, fez um site e andou a brincar aos titulos e ás tags. Isto faz-me lembrar, que durante a minha carreira como Designer, a qual comecei em 1999 e em que estive até ao ano de 2006 após uma licenciatura e uma pós-graduação para as quais estudei afincadamente, regularmente encontrava pessoas sem qualquer tipo de formação, que só porque tinham o Photoshop ou o Illustrator já se auto-entitulavam “profissionais de Design”.

Eu não costumo ser pessoa de rants, muito pelo contrário… mas sinto-me na obrigação de dizer isto do modo que digo pela experiência que tenho tido no mercado de língua portuguesa ao longo de 2 anos de Search Quality, de olhar para sites e pedidos de reconsideração onde o webmaster nao tem menor idea do que fez, ou de um cliente que contratou um tal “profissional” que lhe arruinou um projecto, uma empresa ou uma carreira.

Há muito bons profissionais de SEO no mercado de língua Portuguesa, mas ainda são uma ínfima minoria em comparação aos que se auto-promovem constantemente, e é preciso ter muito cuidado na hora de contratar um serviço ou mesmo um in-house SEO. O Google tem um artigo na Central de Ajuda (artigo em Portugues(br) aqui), ao qual recomendo leitura e que adverte essencialmente o que aqui estou a dizer.

Antes de contratar um profissional pesquise, informe-se, marque uma entrvista física e prepare-se com algumas perguntas, por exemplo:

  • Qual a sua formação/background?
  • Pode mostrar-me exemplos de trabalhos anteriores e compartilhar algumas histórias de sucesso?
  • Tem conhecimento das Directrizes do Google para Webmasters?
  • Oferece algum serviço de marketing para complementar o seu negócio de pesquisa estrutural?
  • Que tipo de resultados espera ver e em que período de tempo?
  • Qual é a sua experiência no meu sector?
  • Há quanto tempo está no mercado?

Em suma, tenha cuidado e lembre-se que ninguém lhe pode garantir o primeiro lugar nos resultados orgânicos do Google; nunca deve precisar de ter um link para um SEO; e suspeite se uma empresa tiver muitos segredos ou não lhe quiser revelar claramente o que pretende fazer.

Agora vou de férias :)

Word cloud on Wordle

Egostrip on wordle

Egostrip on wordle

Esta é a word cloud do meu blog no Wordle. Via Online Marketing Blog.

too much work makes me write this

from __sun__ import summer: dublin.append(summer)

It’s my pseudo code, not 100% correct but reflects what I need… hopefully entering vacations mode it in 15 days…

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Free Culture

Antes de mais quero sublinhar que este blog, é meu, representa a minha opinião e não aquela da empresa para que trabalho, por isso antes de impulsivamente comentarem leiam o meu disclaimer.

A blogosfera em geral tem gerado um enorme “buzz” no que toca á liberdade de expressão. E eu não resisti a partilhar algo que tem estado entre as minhas leituras e que acho oportuno.

Alguns parágrafos da página 41 do livro Free Culture, escrito por Lawrence Lessig:

[...]
September 11 was not an aberration. It was a beginning. Around the same time, a form of communication that has grown dramatically was just beginning to come into public consciousness: the Web-log, or blog. The blog is a kind of public diary, and within some cultures, such as in Japan, it functions very much like a diary. In those cultures, it records private facts in a public way — it’s a kind of electronic Jerry Springer, available anywhere in the world.
But in the United States, blogs have taken on a very different character. There are some who use the space simply to talk about their private life. But there are many who use the space to engage in public discourse. Discussing matters of public import, criticizing others who are mistaken in their views, criticizing politicians about the decisions they make, offering solutions to problems we all see: blogs create the sense of a virtual public meeting, but one in which we don’t all hope to be there at the same time and in which conversations are not necessarily linked. The best of the blog entries are relatively short; they point directly to words used by others, criticizing with or adding to them. They are arguably the most important form of unchoreographed public discourse that we have.
[...]
People post when they want to post, and people read when they want to read. The most difficult time is synchronous time. Technologies that enable asynchronous communication, such as e-mail, increase the opportunity for communication. Blogs allow for public discourse without the public ever needing to gather in a single public place.
[...]
Blog space gives amateurs a way to enter the debate — “amateur” not in the sense of inexperienced, but in the sense of an Olympic athlete, meaning not paid by anyone to give their reports. It allows for a much broader range of input into a story, as reporting on the Columbia disaster revealed, when hundreds from across the southwest United States turned to the Internet to retell what they had seen. And it drives readers to read across the range of accounts and “triangulate”, as Winer puts it, the truth. Blogs, Winer says, are “communicating directly with our constituency, and the middle man is out of it” — with all the benefits, and costs, that might entail.
[...]
This speech affects democracy. Winer thinks that happens because “you don’t have to work for somebody who controls, [for] a gatekeeper”. That is true. But it affects democracy in another way as well.
As more and more citizens express what they think, and defend it in writing, that will change the way people understand public issues. It is easy to be wrong and misguided in your head. It is harder when the product of your mind can be criticized by others. Of course, it is a rare human who admits that he has been persuaded that he is wrong. But it is even rarer for a human to ignore when he has been proven wrong. The writing of ideas, arguments, and criticism improves democracy.
Today there are probably a couple of million blogs where such writing happens. When there are ten million, there will be something extraordinary to report.
[...]

Se quiserem ler mais, podem fazer o download do livro completo em PDF aqui.

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Eu e o meu Firefox

O Firefox é o meu browser de eleição, sem dúvida, no entanto eu utilizo mais do que um browser nas minhas ciber-odisseias diárias. Por exemplo, enquanto o Firefox é para mim tipo um 4×4 todo-o-terreno, que me permite moldar funcionalidade e versatilidade; o meu browser de lazer, para e-mail, feeds e afins é o Camino. Também dou uns toques com o Opera, ao qual atribuí um conjunto de tarefas muito específicas dentro das minhas necessidades.

Mas hoje quero falar do Firefox e dar uma ideia do que eu uso e acho útil. Após ter instalado o Firefox e porque o uso para diferentes fins, a primeira coisa que faço é activar a opção de múltiplos perfis, para isso basta abrir o Terminal (Mac OS X) e inserir o comando:

/Applications/Firefox.app/Contents/MacOS/firefox-bin -profilemanager

em Windows creio que é qualquer coisa como:

C:\>”C:\Program Files\Mozilla Firefox\firefox.exe” –profilemanager

E supostamente aparecerá uma caixa com opções deste género:

Profile Manager

Como já devem ter percebido, têm agora a possibilidade de criar quantos perfis quiserem, se desseleccionarem “Don’t ask at startup”, cada vez que iniciarem o Firefox ele vai apresentar esta caixa de modo a escolher o perfil desejado para a sessão que estamos prestes a iniciar. Podemos assim ter diferentes sessões e preferências com diferentes extensões.

Porém eu tenho um conjunto de extensões que considero indispensáveis no meu dia-a-dia, cá vai:

1. CookieCuller: Permite-me dizer que cookies quero que permaneçam no meu browser após cada sessão. Ou seja, cada vez que eu reiniciar o browser, cookies que não tenham sido protegidos por mim, zás!…

2. Google Browser Sync: Porque eu tenho 2 computadores em que necessito acesso às mesmas bookmarks e não quero estar preocupado se actualizei num lado e não no outro…

3. Greasemonkey: Será preciso dizer mais?…

4. JSView: Um nice to have quando quero analizar dependências de uma página – ficheiros .js ou .css.

5. Live HTTP Headers: Porque gosto de saber não só para onde me levam, mas também por onde me levam.

6. SearchStatus: Análise de PageRank, NoFollow, Meta, bla, bla… para mim a menos útil deste grupo.

7. SpeedDial: Firefox featuring Opera. Se têm alguns sites aos quais acedem como eu, de uma maneira quase doentia, esta extensão é a melhor invenção depois da roda… ou não…

8. SwitchProxy Tool: Porque utilizo diferentes proxies…

9. Tab Mix Plus: especialmente útil para quem lida constantemente com mais de 10 ou 20 tabs ao mesmo tempo.

10. Web Developer: Tcharan!… se estão aqui a ler isto provavelmente dispensam que vos apresente o indispensável…

E claro podem sempre fazer uns tweaks geeks… (esta não soou lá muito bem…) enfim!

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